Nossa história

Há histórias que atravessam gerações. Essa começou há mais de 100 anos, na Fazenda da Quinta, em Carmo, interior do Rio de Janeiro, quando Francisco Lourenço Alves iniciou, em 1923, a produção de cachaça de alambique na propriedade da família. Desde então, o conhecimento sobre o processo produtivo, o respeito à terra e o cuidado com cada etapa foram sendo transmitidos entre gerações, consolidando uma tradição familiar na produção de cachaça artesanal.

Na década de 1950, a produção passa a ser conduzida por seu filho, José Ramos Alves, dando continuidade ao trabalho iniciado por Francisco e fortalecendo a cultura da cachaça dentro da família.

Anos depois, José Carlos Alves — filho de José Ramos e neto de Francisco — mantém viva essa conexão com o passado. Ao lado de seu filho Raphael Alves, decide retomar a produção de cachaça de alambique, agora com uma nova visão: unir tradição familiar, controle técnico e práticas sustentáveis.

Em 2022, nasce o novo alambique no Sítio Vargem Alta, também em Carmo (RJ), em uma localização estratégica que permite aproveitar a gravidade no processo produtivo. A estrutura foi planejada para garantir eficiência, qualidade e sustentabilidade, com o uso de energia solar e o reaproveitamento do bagaço da cana como fonte de energia.

Em 2023, é produzida a primeira safra da cachaça Engenho Alto, resultado de um processo cuidadoso, que prioriza o frescor da matéria-prima, a precisão na destilação e o controle de qualidade em todas as etapas.

Em 2025, Raphael Alves assume a gestão da produção, conduzindo a marca com foco em padronização, qualidade técnica e posicionamento no mercado de cachaça premium.

Hoje, a Engenho Alto representa a continuidade de um legado familiar aliado a uma produção moderna, sustentável e orientada à excelência. Cada garrafa carrega não apenas uma cachaça de alambique, mas a história de quem dedicou gerações ao aperfeiçoamento desse ofício. Da tradição ao presente, seguimos produzindo com respeito ao tempo, à terra e ao processo. Cada garrafa carrega mais do que cachaça: carrega história, técnica e propósito.

Há histórias que atravessam gerações. Essa começou há mais de 100 anos, na Fazenda da Quinta, em Carmo, interior do Rio de Janeiro, quando Francisco Lourenço Alves iniciou, em 1923, a produção de cachaça de alambique na propriedade da família. Desde então, o conhecimento sobre o processo produtivo, o respeito à terra e o cuidado com cada etapa foram sendo transmitidos entre gerações, consolidando uma tradição familiar na produção de cachaça artesanal.

Na década de 1950, a produção passa a ser conduzida por seu filho, José Ramos Alves, dando continuidade ao trabalho iniciado por Francisco e fortalecendo a cultura da cachaça dentro da família.

Anos depois, José Carlos Alves — filho de José Ramos e neto de Francisco — mantém viva essa conexão com o passado. Ao lado de seu filho Raphael Alves, decide retomar a produção de cachaça de alambique, agora com uma nova visão: unir tradição familiar, controle técnico e práticas sustentáveis.

Em 2022, nasce o novo alambique no Sítio Vargem Alta, também em Carmo (RJ), em uma localização estratégica que permite aproveitar a gravidade no processo produtivo. A estrutura foi planejada para garantir eficiência, qualidade e sustentabilidade, com o uso de energia solar e o reaproveitamento do bagaço da cana como fonte de energia.

Em 2023, é produzida a primeira safra da cachaça Engenho Alto, resultado de um processo cuidadoso, que prioriza o frescor da matéria-prima, a precisão na destilação e o controle de qualidade em todas as etapas.

Em 2025, Raphael Alves assume a gestão da produção, conduzindo a marca com foco em padronização, qualidade técnica e posicionamento no mercado de cachaça premium.

Hoje, a Engenho Alto representa a continuidade de um legado familiar aliado a uma produção moderna, sustentável e orientada à excelência. Cada garrafa carrega não apenas uma cachaça de alambique, mas a história de quem dedicou gerações ao aperfeiçoamento desse ofício. Da tradição ao presente, seguimos produzindo com respeito ao tempo, à terra e ao processo. Cada garrafa carrega mais do que cachaça: carrega história, técnica e propósito.